segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dispositivos Auxiliares

São elementos aplicados ao pavimento da via, junto a ela, ou nos obstáculos.

Próximos, de forma a tornar mais eficiente e segura a operação da via. São constituídos de materiais, formas e cores diversas, dotadas ou não de refletividade, com as funções de:

- incrementar a percepção da sinalização, do alinhamento da via ou de obstáculos à circulação;

- reduzir a velocidade praticada;

- oferecer proteção aos usuários;

- alertar os condutores quanto a situações de perigo potencial ou que requeiram maior atenção.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sinalização Horizontal – Marcas Viárias

Divisão de Fluxos no Mesmo Sentido

                             Linha Simples Tracejada
              Via de Mão Única - Permitida Mudança de Faixa
                                                                  
                               Linha Simples Contínua
               Via de Mão Única - Proibida Mudança de Faixa

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Sinalização Horizontal – Marcas Viárias

Divisão de Fluxos Opostos (2/2)

  Linha dupla contínua e tracejada 
 
   Ultrapassagem Proibida no Lado Contínuo e Permitida no Lado Tracejado                                                                      ------------------------------------------------------
 Linha simples tracejada 

quarta-feira, 14 de julho de 2010

EDUCAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E ENGENHARIA DE TRÂNSITO


Por Luciana Pereira da Silva*

Reduzir os índices de acidentabilidade através da educação é tarefa árdua e não existe nenhuma ilusão de que as mortes no trânsito possam ser erradicadas, em algum momento presente ou futuro. A exigência da adesão e respeito aos regramentos em geral, e os do trânsito, em especial, fazem parte dos grandes desafios do ser humano e de todas as culturas, que serão mais ou menos bem sucedidas possivelmente também em proporção de sua capacidade de desenvolvimento cultural e de aprendizado da vida coletiva em harmonia. Sabe-se, com alguma certeza, entretanto, que as atividades de educação, por si só, não conseguirão vencer o desafio de reduzir os acidentes de trânsito. Faz-se necessária uma ação conjunta e permanente entre os setores envolvidos no processo de planejamento, gestão e humanização do trânsito e de todos os processos envolvidos na mobilidade urbana: Educação, Fiscalização e Engenharia.
Não há como pensar num trânsito organizado sem uma fiscalização eficiente, que inclui não somente os agentes que executam esse papel, mas também os equipamentos eletrônicos que, tão eficazmente têm contribuído para a reduçãodo excesso de velocidade nas ruas das cidades brasileiras. Da mesma maneira, não há como pensar em educação e fiscalização sem compreender a importância do planejamento, implementação e boa conservação das soluções de engenharia, que sejam robustas para dimensionar os fluxos de veículos, tanto quanto as necessidades humanas e ambientais, e flexíveis para adaptar-se às constantes mudanças no organismo vivo das grandes cidades. A educação, dentro desse conjunto, cumpre papel integrador, levando aos usuários, de todas as idades, a inteligência de gestão e fiscalização produzida pela empresa, a serviço da coletividade. Deve ser capaz de traduzir em múltiplas linguagens as razões desse serviço, para públicos de todas as idades e potenciais multiplicadores, para que motoristas e pedestres compreendam a importância da fiscalização e da engenharia, para além das multas e dos semáforos, mas como construção da segurança das pessoas e da fluidez dos deslocamentos. E deve ser capaz de mobilizar nos cidadãos os sentimentos do respeito à vida, cosnciência dos riscos e responsabilidades, além dos procedimentos básicos de segurança no volante e como pedestre.

*Agente de Fiscalização de Trânsito
Assessoria de Educação de Trânsito da EPTC

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sinalização Horizontal – Marcas Viárias

Como o próprio nome sugere, estes sinais se apresentam ao condutor na posição horizontal, na forma de faixas, símbolos ou inscrições, pintados ou desenhados sobre o piso. Servem para orientar a circulação e direcionar o fluxo de veículos e pedestres, bem como para complementar a sinalização vertical. Tem a vantagem de não desviar a atenção do condutor do leito da pista.
Divisão de Fluxos Opostos (1/2)
Linha Simples Contínua 
 
         Proibida a Ultrapassagem em Ambos os Sentidos
 ------------------------------------------------------ 
    Linha Dupla Contínua
 
       Proibida a Ultrapassagem em Ambos os Sentidos com Ênfase

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sinais de Trânsito

Quem nunca ficou em dúvida diante de uma placa de trânsito? Deduzimos o significado pelo desenho. Algumas são redondas, vermelhas com bordas brancas e com letras, desenho de pessoas, veículos automotores, bicicletas, algumas setas ou sinais ao centro. Outras, tem a forma de um losango amarelas com bordas pretas e também com letras, veículos, bicicletas, semáforo, até placa com animais tem. Encontramos outras na forma retangular, azuis com a borda branca a azul com vários desenhos que significam alguma coisa, ora um pronto socorro, um restaurante, um ponto de parada. Pois é, todas estas placas são sinais de trânsito e servem para orientar, advertir e disciplinar a circulação dos elementos do trânsito ao longo das vias. E obviamente são importantes, tem até um artigo no código para elas. 

Art. 89. A sinalização terá a seguinte ordem de prevalência: 
I - as ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais; 
II - as indicações do semáforo sobre os demais sinais; 
III - as indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Aproveite e Viva Mais, Reeduque-se

Estudos internacionais revelam que os motoristas que foram submetidos a cursos de direção defensiva apresentaram menos infrações de trânsito e se envolveram em menor número de acidentes quando comparados com outros motoristas que não receberam essas instruções. Certamente, no Brasil não é diferente. Ser motorista defensivo é uma questão de atitude, uma questão de querer fazer. Submeter-se periodicamente a curso de reciclagem, antes de ser um “castigo” , deveria ser uma atividade de prazer e renovação em benefício da vida. Deveríamos perceber que determinada atitude nossa no trânsito, pode acarretar em acidente. Portanto, evitar acidentes ou diminuir suas conseqüências está perfeitamente dentro de nossas possibilidades. O que devemos fazer é buscar informações para que adquira conhecimento em relação ao assunto, e não sair por aí cometendo imprudência no trânsito.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Que Fazer


Ao presenciar um acidente de carro, as pessoas se deparam com dúvidas sobre como prestar o primeiro atendimento e pedir ajuda. Prestar socorro é um ato de solidariedade e os primeiros cuidados prestados a qualquer vítima de acidentes ou doenças podem proteger sua vida, reduzir sofrimentos e manter a pessoa em condições de esperar o socorro médico. Por isso, é sempre bom conhecer o que pode ser feito nas situações que acontecem com mais frequência em um acidente automobilístico.
Tomar algumas providências junto ao local é importante. Sinalize a cena do acidente. Se, ocorreu na cidade, estacione seu carro em local seguro e afastado do acidente, ligue o pisca alerta, certifique-se que não existe fio da rede elétrica próximo. Se for o caso, desligue o(s) veículo(s) envolvido(s) no acidente e coloque o triângulo no mínimo a 30 metros. Se o acidente ocorreu em rodovia, o procedimento é praticamente o mesmo, adequando-se às condições do ambiente (se for o caso também sinalize com galhos de árvores ou vegetação baixa).  
 Lembre-se: quem presta o primeiro atendimento deve estar consciente de seus limites. Não tente substituir o profissional especializado.
Após certificar-se que o local está livre de novos acidentes, a primeira providência a tomar é telefonar para o socorro. Se houver vítima, ligue para a polícia (190). Caso o acidente seja em uma rodovia com pedágio, ligue para a concessionária responsável (deve haver números de telefones em placas ao longo da rodovia). Ao telefonar, é importante descrever a situação do local.
Se houver condições de perceber, informe se foi uma colisão, um abalroamento, um choque ou atropelamento. Tente ser o mais exato na localização do acidente, indicando o nome da rua ou rodovia, o número de um prédio próximo ou o quilômetro e o sentido do mesmo. Procure perceber ainda o número de feridos e a faixa etária (bebê, criança, adulto, idoso), se as vítimas estão conscientes ou não, se há queimados ou presos nas ferragens, e ainda se há vazamento com risco iminente de incêndio.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Acidentes


Os acidentes podem ser não evitáveis e evitáveis.

O acidente não evitável é um acontecimento casual, fortuito, imprevisível em que ninguém tem culpa. Os envolvidos são vítimas porque nada puderam fazer. São acidentes não evitáveis: um vendaval que destrói árvores, um raio que atinge uma casa.

O acidente evitável é um acontecimento causal, isto é, consequência de várias causas que poderiam ter sido evitadas por atitudes defensivas. São atos ilícitos, podendo chegar aos crimes e às contravenções.Os envolvidos são culpados e não vítimas, tendo que responder por seus atos perante a lei. A maioria dos acidentes de trânsito são acidentes evitáveis porque sempre há alguém que deixou de fazer alguma coisa para evitar que acontecessem: desrespeitou a sinalização, não cuidou do veículo, transgrediu normas.

Por exemplo:

Art. 203. Ultrapassar pela contramão outro veículo:

       I- nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente;
       II - nas faixas de pedestres;
       III - nas pontes, viadutos ou túneis;
       IV - parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, cancelas, cruzamentos ou qualquer   outro impedimento à livre circulação;
       V - onde houver marcação longitudinal de divisão de fluxos opostos do tipo linha dupla contínua ou simples contínua amarela:

       Infração: gravíssima;

       Penalidade: multa.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Automóvel x Bicicleta

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:

Infração - média;
Penalidade - multa.

Estamos cada vez mais adquirindo o hábito de andar de bicicleta. Mas não nos damos conta que a cidade continua com o mesmo número de ruas a uma quantidade maior de automóveis. Portanto precisamos ter consciência de que as bicicletas são perigosas no trânsito porque, pequenas, silenciosas e relativamente velozes, geralmente são conduzidas por menores que desrespeitam as normas legais e tem que disputar espaço com veículos maiores e mais velozes.

Então, é recomendável ao condutor que:

• Mantenha distância segura de seguimento;

• Mantenha distância lateral de 1,5 metros;

• Dê-lhe a preferência;

• Tenha cuidado maior nas conversões à direita e esquerda;

• Tome cuidado ao abrir aporta do carro.

E ao ciclista:

• Equipe sua bicicleta com os equipamentos obrigatórios;

• Procure circular em ciclovias e ciclofaixas, quando existirem;

• Respeite os sinais e as normas de circulação previstas pelo código de trânsito;

• Circule de modo a ver e ser visto; mantenha distância em relação aos demais veículos; segure o guidom com as duas mãos;

• Não faça malabarismo.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Posicionamento

Quando se conhece um pouco as regras de circulação, fica mais fácil de entender a maneira como devemos nos comportar em relação a trânsito e a percepção das manobras indevidas que presenciamos todos os dias nas ruas ficam mais claras. Por exemplo, os motociclistas deveriam andar mais devagar e nunca ultrapassar pela direita (exceção à regra de ultrapassagem). Condutores que não posicionam seus veículos na faixa destinada à manobra que vai executar é uma prova disso. Então, se aplicássemos o artigo que vem a seguir, notaríamos uma melhora acentuada no comportamento dos motoristas no trânsito. Se cada um fizer sua parte, com certeza diminuirão as trocas de insulto entre condutores.

Art. 185. Quando o veículo estiver em movimento, deixar de conservá-lo:

I - na faixa a ele destinada pela sinalização de regulamentação, exceto em situações de emergência;

II - nas faixas da direita, os veículos lentos e de maior porte:

Infração - média;

Penalidade - multa.